A blogger Sia Cooper recorreu ao bom humor para assumir que é uma péssima mãe

Não faltam os textos, as dicas, as fórmulas, as opiniões e os estereótipos sobre aquilo que é ser mãe. O que gera mais controvérsia é a forma como estas devem ou não exercer a suas funções nesse papel.

A blogger Sia Cooper recorreu ao bom humor para se assumir como uma “péssima mãe”

Na realidade, basta um pequeno deslize, ou fazer alguma coisa diferente daquilo que é tido como normal na sociedade e uma mãe passa de bestial a besta.  Se num dia se sentem capazes de sair à rua e enfrentar os temporais, noutro não deixam de questionar o seu papel e de se sentirem a pior das mães.

A ideia de que uma mãe é alguém incondicional e que nunca vai falhar está fortemente enraizada. Por isso também o cumprimento dos padrões “pré-estabelecidos” pelas gerações parece ser obrigatório. A maternidade é hoje alvo de críticas fáceis e imediatamente disponível a toda a gente. Consequentemente os juízos de valor parecem não ter fim.

As redes sociais são outro meio onde há inúmeros comentários negativos. A dificuldade em aceitar e respeitar as decisões de cada um surge como o maior dos problemas.

Exausta deste tipo de situações, Sia Cooper decidiu assumir que é uma “mãe ruim” através de um post no seu Instagram, e sem esquecer o bom humor:

“Se eu ganhasse uma moeda por cada vez que fui chamada de ‘péssima mãe’, eu seria tãaaao rica! É quase impossível ser uma boa mãe perfeita ou politicamente correta nestes dias porque para qualquer lado que você se vire haverá outra mãe julgando suas escolhas de maternidade”, inicia na publicação.

Os motivos de ser uma “péssima mãe”

Sia enumerou uma lista de coisas pela quais já foi chamada de “péssima mãe”:

  • Treinar durante a gravidez;
  • Treinar depois de ter filhos;
  • Cuidar de sua aparência e da sua saúde;
  • Usar produtos enlatados e potes de plástico;
  • Ter tatuagens e piercings;
  • Beber um vinho de vez em quando;
  • Deixar as crianças usarem tecnologia;
  • Deixar que as crianças comam açúcar ocasionalmente;
  • Por não “se tapar” na frente das crianças;
  • Por ter um negócio de tempo integral em casa;
  • Por dormir ao lado dos filhos;
  • Por ter um hobby;
  • Por dedicar tempo a si mesma;
  • Por ter abdómen definido;

Sia refere que “péssimas mães” são que julgam constantemente e evidenciou que aquilo que funciona em certas famílias, pode não funcionar noutras. Portanto a blogger convidou ainda outras mulheres a partilhar as suas histórias de maternidade através da conta do Instagram Bad Mom Confessions, de forma anónima.